Posso retirar sobrenome de pai ausente?

Para quem vê de fora, a mudança de sobrenome pode parecer um detalhe, um capricho ou até uma “besteira”.

Mas, para quem cresceu carregando o sobrenome de um pai ausente, isso está diretamente ligado à identidade e ao sentimento de pertencimento.
Há pessoas que simplesmente não se reconhecem naquele nome e naquele sobrenome, e isso passa a ser um peso emocional constante na vida delas.

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Quem mora na casa de herança tem que pagar aluguel?

Imagine a cena: um dos irmãos ficou morando na casa que era dos pais. Você ajuda com algumas contas, tenta manter a paz, mas a pergunta não sai da cabeça: “quem mora na casa de herdeiros tem que pagar aluguel?”

Antes de qualquer resposta pronta, há um detalhe simples — e decisivo — que muda completamente o resultado: o momento em que a discordância dos demais herdeiros fica clara de forma oficial.

Vem entender quando essa cobrança realmente começa, o que conta como aviso oficial e quais passos práticos tomar para não perder dinheiro.

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É possível ceder minha parte na herança?

Sim, é possível ceder sua parte da herança. Antes da partilha, você transfere um quinhão ideal, e a cessão precisa constar no inventário. O ponto-chave é o risco: dívidas do falecido ou do próprio cedente podem reduzir o que, de fato, chegará ao cessionário.

Há ainda regras e impostos (como ITCMD e discussões sobre ITBI) e estratégias para direcionar um bem específico quando o caso permite.

Nas próximas linhas, mostro o essencial para decidir com segurança — e fazer a sua vontade valer na prática.

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De quem é a prioridade da guarda dos filhos?

Quando um relacionamento termina, a pergunta que costuma apertar o coração é: “com quem meu filho vai ficar?”
A boa notícia é que, no Brasil, a lei não “escolhe” automaticamente mãe ou pai. A prioridade é sempre o melhor interesse da criança (estabilidade, afeto e segurança).
E, como regra, a Justiça busca que ambos os pais participem ativamente da vida do filho, por meio da guarda compartilhada.

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Meu marido faleceu. Preciso sair da casa?

A situação já é dolorosa e confusa por si só, e fica ainda mais pesada com a conversa sobre inventário e prazo correndo para evitar pagamento de multa no imposto.
Em meio a tudo isso vem a pergunta que mais angustia: preciso sair da casa onde morava com meu falecido marido? E a resposta é que, na maioria dos casos, não!
O nosso ordenamento garante ao cônjuge ou companheira sobrevivente o chamado direito real de habitação.
Vamos entender como funciona.

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